A defesa de João Arcanjo Ribeiro iniciou este mês uma nova batalha jurídica com a meta de anular 4 dos 5 processos que o “Comendador” responde por homicídio além de vários outros processos por crimes tributários.
Advogado do “Comendador”, Zaid Arbid afirma que de acordo com o tratado de extradição existente entre o Brasil e o Uruguai não pode o réu ser preso, processado ou condenado por crime supostamente cometido antes do pedido de extradição dele para o Brasil e que não tenha sido citado e julgado no pedido.
Ou seja, praticamente todos os crimes pelos quais Arcanjo responde na Justiça estadual, entre eles 4 processos por homicídio, e alguns processos na Justiça Federal não teriam validade.