Levantamentos eleitorais divulgados nos últimos dias por sites da capital de Mato Grosso, principalmente no Mídia News, indicam o senador Wellington Fagundes (PL) como o nome mais bem posicionado na disputa pelo Governo do Estado. Mesmo liderando os cenários apresentados até agora, o parlamentar afirma que não trabalha com a hipótese de eleição definida.
Para Wellington, as pesquisas funcionam como um termômetro do momento político, mas não substituem o contato direto com a população nem o esforço diário de construção de um projeto consistente. “Os números animam, mas não garantem nada. Política é movimento”, destacou ao siite Mídia News
O senador ressaltou que a boa colocação nas pesquisas aumenta a responsabilidade de ampliar o trabalho político, especialmente nas bases eleitorais. Segundo ele, o desafio é manter o diálogo constante e compreender as demandas reais da população mato-grossense.
Na corrida pelo Palácio Paiaguás, além de Wellington Fagundes, também figuram como pré-candidatos o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Jayme Campos (União Brasil), formando um cenário ainda em aberto para 2026.
Wellington também comentou que sua trajetória política o ensinou a tratar o processo eleitoral com cautela. “A eleição só se define no dia da apuração. Antes disso, é trabalho, humildade e presença”, afirmou, comparando a disputa a um processo imprevisível.
Entre os eixos centrais de sua pré-campanha, o senador destacou a necessidade de enfrentar as desigualdades sociais e a concentração de renda no Estado. Para ele, o crescimento econômico de Mato Grosso precisa ser acompanhado por políticas públicas que promovam inclusão e desenvolvimento regional.
Mesmo em pré-campanha, Wellington garantiu que seguirá conciliando as atividades no Senado com as agendas no Estado, mantendo atuação em Brasília sem se distanciar das comunidades.
“Quero continuar ouvindo as pessoas, entendendo a realidade de cada região. Isso é fundamental para construir um projeto que tenha base social e técnica”, disse.
O senador finalizou afirmando que aposta na construção coletiva e na formação de uma equipe técnica desde o início do processo, visando tanto a disputa eleitoral quanto uma eventual gestão estadual.
Da Assessoria