Wilson volta a defender câmeras nas fardas da PM: “população quer respeitar e não ter medo”

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A morte do jovem Pablo Ferreira de Carvalho da Silva, de 25 anos, cometida por policiais militares dentro de sua casa, no domingo (12),  em Cuiabá, reacendeu a polêmica sobre a instalação das câmeras nas fardas dos militares no Estado.

O autor da proposta, deputado estadual Wilson Santos (PSD), informou nesta terça-feira (14) que vai liderar um grupo de deputados em viagem a São Paulo para que os parlamentares vejam de perto como funciona. O estado do Sudeste já adotou o método.

Wilson reapresentou o projeto na última semana após repercussão sobre o caso de Diego Kalininski, que foi morto em Vera (461 km de Cuiabá) ao reagir a uma abordagem e trocar socos com um policial militar. Os policiais envolvidos na ação foram afastados.

"As câmeras chegaram e ninguém vai conseguir resistir aos avanços da tecnologia. Vários estados já estão praticando isso com resultados execelentes. Vidas sendo salvas. O que há mais de importante é a vida. Nós mantermos a posição na Casa, representei o projeto", começou Wilson.

"O que não dá é todo final de semana nós termos mortes, não de gente de comando de facções, mas execução de trabalhadores. Enquanto eu estiver na Casa eu vou lutar por uma polícia moderna e civilizada, que tenha não o medo, mas sim o respeito da sociedade", declarou Wilson, nesta terça.

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